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A Sejuc (Secretaria da Justiça e da Cidadania), com apoio da Secretaria Nacional de Políticas Penais, órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, deflagrou nesta quarta-feira, 19 de março, a 7ª fase da Operação Mute em Roraima, na Penitenciária Agrícola Monte Cristo. A ação é realizada de forma simultânea em todo o país e conta com a atuação conjunta de policiais penais federais e estaduais.
O objetivo da operação é identificar ilícitos e retirá-los das unidades prisionais, principalmente aparelhos telefônicos, a fim de combater a comunicação do crime organizado e reduzir os índices de violência em âmbito nacional. Na PAMC, 1.733 detentos e suas celas receberam revistas minuciosas realizadas por 120 profissionais empregados do GIT (Grupo de Intervenção Tática), Canil, GET (Grupo de Escolta Tática), Assessoria de Inteligência e Dicap (Divisão de Segurança e Captura).
O secretário da Sejuc, Hércules Pereira, explicou que Roraima tem se destacado positivamente, uma vez que, nas fases anteriores, não houve registro de ilícitos nas unidades.
“No nosso Estado, desde a primeira etapa até agora, não encontramos nenhum ilícito dentro das nossas unidades. Ou seja, zero celular, zero droga, zero arma de fogo, arma branca e qualquer item que não é permitido estar dentro do ambiente de cela, de convivência dos reeducandos. Isso demonstra todo o trabalho que vem sendo feito pela Polícia Penal. Agradecemos o apoio do nosso governador Antonio Denarium, que é fundamental para que o sistema prisional continue dando certo, um sistema hoje extremamente controlado”.
Nesta fase, 1.733 detentos e suas celas receberam revistas minuciosas realizadas por 120 profissionais do Grupo de Intervenção Tática, Canil, Grupo de Escolta Tática, Assessoria de Inteligência e Divisão de Segurança e Captura.
O policial penal federal Laylson Américo, representante do Senappen e que acompanhou a operação em Roraima, destacou que os procedimentos a nível de segurança do Estado se mostram exemplares.
“Aqui em Roraima, um ponto positivo em relação à estrutura é que não tem ponto de energia dentro das celas. Então, mesmo se o celular entrasse, ele iria ficar inabilitado em poucos dias. Fora os outros procedimentos de segurança, desde a entrada de revista de raio-X, que todos são obrigados a passar, nos pátios a gente tem coberturas de telas que impedem arremesso via drone ou algo do tipo, então são vários pontos de segurança que a administração impôs. De todas as fases que a gente fez até agora, a gente não conseguiu encontrar nenhum celular nas unidades, é uma realidade diferente dos outros estados, onde a gente acha telefones, arma de fogo, dinamite e muitas facas”.
Jornalista com experiência em cobertura política e social em Roraima. Atua com dedicação em reportagens de impacto e busca sempre trazer informações precisas e relevantes para seus leitores. Com uma trajetória de comprometimento e ética, contribui para o fortalecimento do jornalismo local. Atualmente, faz parte da equipe do Hora 1 Roraima.



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